ter. set 28th, 2021

NOSSA HISTÓRIA

IMW 3ª Região Eclesiástica: Histórico:

Em 1987 no 5º concílio geral presidido pelo Bispo Gesse Teixeira de Carvalho, depois de 20 anos de fundação da IMW, foi decidido a criação das 3 primeiras regiões eclesiásticas, cabendo a São Paulo sediar a terceira região que compreendia os estados de: São Paulo, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Amazonas, Acre e Amapá. Ficando com 4 distritos: Itaquera, Vila Nivi, Curitiba e Paranavaí. Sendo o Bispo Elisiário Alves dos Santos o primeiro Bispo nomeado para superintender a nova região.
Em 1988 foram criados os distritos de Maringá e Itu, em 1990 o Distrito de Ribeirão Preto, em 1993 o Distrito de Taubaté, em 1995 o Distrito de Ibaiti, em 1996 foram criados os campos missionários do Sul, Centro Oeste, Norte e o campo missionário estrangeiros com os países Paraguai e Argentina.
Em 1997 deu origem a 4ª Região com sede em Porto Velho/RO, hoje uma região bem estruturada cumprindo a missão. Em 1997 comprou o Acampamento Monte Hermom e estabeleceu o CEFORTE interno e modular que já formou pastores e missionárias para todas as regiões onde a IMW está presente. Em 2009 deu origem a 5ª Região Eclesiástica com sede em Curitiba/PR, multiplicando a missão do Ide.
Hoje, em 2021 na liderança do Bispo Sinvaldo Correa Coelho, que superintende a região desde 2015. Contamos com 14 distritos, 81 igrejas e 59 congregações e estamos fixados em 3 estados, 75 cidades e 3 países estrangeiros. Continuamos avançando a cada dia na missão que o Senhor nos deu e sonhando grande. Nos atualizando neste novo formato de igreja, mas nunca deixando os princípios que fomos formados: Deus como Senhor de nossa Igreja, Jesus Cristo como nosso Único salvador, fidelidade a Bíblia e busca constante do Espírito Santo.


Igreja Metodista Wesleyana - Histórico da Denominação:

Aos cinco dias do mês de janeiro de 1967, na cidade de Nova Friburgo, estado do Rio de Janeiro, foi fundada a Igreja Metodista Wesleyana, compondo-se inicialmente de ministros e leigos que cooperavam na Igreja Metodista do Brasil. Os motivos que deram origem ao desligamento, por ocasião do 11º Concílio Regional da Igreja Metodista do Brasil, basearam-se na doutrina do batismo com o Espírito Santo, como uma segunda bênção para o crente, e na aceitação da obra pentecostal, incluindo os dons mencionados na Bíblia Sagrada: Sabedoria, Fé, Ciência, Dons de Curar, Operação de Maravilhas, Profecia, Discernimento, Línguas e Interpretação de Línguas, bem como os cânticos espirituais, as revelações e as visões. Acrescentando-se ainda a realização da obra do avivamento espiritual, os cânticos de corinhos, as orações pelos enfermos e os cultos sem liturgia e protocolos.

Às 14 horas da data acima mencionada, realizou-se a reunião que ficou conhecida como “Reuniãoda Ponte”, pelo fato de ter sido feita sobre uma ponte no pátio da Fundação Getulio Vargas, sob direção dos pastores Idelmício Cabral dos Santos e Waldemar Gomes de Figueiredo. Nessa ocasião, foi definitivamente fundada a Igreja Metodista Wesleyana, aceitando como forma de governo o centralizado com um Conselho-Geral, seguindo-se em linhas gerais o sistema metodista. Estavam presentes nessa reunião as seguintes pessoas: Idelmício Cabral dos Santos, Waldemar Gomes de Figueiredo, José Moreira da Silva, Francisco Teodoro Batista, Gessé Teixeira de Carvalho, Córo da Silva Pereira, José Mendes da Silva, Zeny da Silva Pereira, Dinah Batista Rubim, Ariosto Mendes, Wilson da Silva Mendes, Jacir Vieira e Antônio Faleiro Sobrinho.

Na ocasião, elegeu-se o primeiro Conselho-Geral, que ficou assim constituído: superintendente-geral: Waldemar Gomes de Figueiredo; secretário-geral: Gessé Teixeira de Carvalho; incluindo as três secretarias: Missões, Educação Cristã e Ação Social; e tesoureiro-geral: Idelmício Cabral dos Santos.

O movimento Wesleyano começou a desenvolver-se gloriosamente, e convocou-se o Concílio Constituinte para se reunir na cidade de Petrópolis, dos dias 16 a 19 de fevereiro de 1967, ocasião em que foi organizada a Igreja. Novos obreiros juntaram-se às fileiras wesleyanas e vários evangelistas foram eleitos. Estava consolidada a Obra do Senhor. Os estatutos da Igreja foram aprovados e os membros do Conselho-Geral foram eleitos oficialmente: superintendente-geral: Waldemar Gomes de Figueiredo; secretário-geral de missões: Gessé Teixeira de Carvalho; secretário-geral de ação social: Oriele Soares do Nascimento; secretário-geral de finanças: Idelmício Cabral dos Santos; presidente da Junta Patrimonial da Igreja Metodista Wesleyana: Francisco Teodoro Batista; e redator do jornal Voz Wesleyana: Gessé Teixeira de Carvalho.

A relação dos membros do Concílio Constituinte que organizou a nova Igreja registra os seguintes nomes: Alice Nely dos Santos, Antônio Faleiro Sobrinho, Azet Gerd, Clarice Alves Pacheco, Córo da Silva Pereira, Daniel Pedro de Paula, Derly Neves, Dílson Pereira Leal, Dinah Batista Rubim, Ezequiel Luiz da Costa, Francisco Teodoro Batista, Geraldo Vieira, Gessé Teixeira de Carvalho, Gessy dos Santos, Helenice Bastos, Idelmício Cabral dos Santos, Isaías da Silva Costa, Jair Magalhães, Jedidad Hilda da Costa, Jeremias Gomes de Araújo, João Coelho Duarte, Joaquim R. Penha, José Barreto de Macedo, José Gonçalves, José M. Galhardo, José Marques Pereira, José Mendes da Silva, José Moreira da Silva, José Tertuliano Pacheco, Letreci Teodoro, Nacir Neves da Costa, Nilson de Paula Carneiro, Octavio Faustino dos Santos, Onaldo Rodrigues Pereira, Oriele Soares do Nascimento, Pedro Moraes Filho, Sebastião Alves Moreira, Sebastião Moreira da Silva, Tobias Fernandes dos Santos, Waldemar Gomes de Figueiredo, Wilson R. Damasceno e Wilson Varjão. Outros irmãos estiveram presentes, mas não assinaram o livro contendo a ata de organização.

O Concílio Constituinte elegeu uma Comissão de Legislação composta dos seguintes membros: Waldemar Gomes de Figueiredo, Idelmício Cabral dos Santos, Gessé Teixeira de Carvalho, José Moreira da Silva, Francisco Teodoro Batista, João Coelho Duarte, Oriele Soares do Nascimento, José Mendes da Silva, Córo da Silva e Onaldo Rodrigues Pereira, aos quais delegou poderes para preparar o Manual da Igreja Metodista Wesleyana, publicado em 1968.

COMO NOS ORGANIZAMOS

A Igreja Metodista Wesleyana, uma denominação genuinamente evangélica de princípios bíblicos, se organiza administrativamente como um sistema de governo centralizado de regime episcopal, com a seguinte estrutura eclesiástica:

1. Denominação

2. Regiões eclesiásticas

3. Distritos eclesiásticos

4. Igrejas locais

5. Congregações

6. Grupos pequenos, denominados GCEU

No campo ministerial, sua ordem sagrada é composta de:

1. Missionárias

2. Pastores

3. Ministros

4. Bispos

Sua composição administrativa compõe-se de:

Colégio Episcopal: é constituído pelos bispos da denominação e exercem a autoridade máxima para assuntos eminentemente espirituais, éticos, disciplinares para seus iguais e formação de opinião para o grande público. Cada bispo é superintendente regional de uma região eclesiástica e supervisionado pelo bispo presidente do Colégio Episcopal.

Conselho Geral: formado pelos bispos da denominação e mais 05 secretários gerais; que são: Secretário Geral de Administração, Secretário Geral de Educação Cristã, Secretário Geral de Ação Social, Secretário Geral de Missões e Secretário Geral de Finanças. É o conselho máximo para administração de toda a denominação.

Conselho Ministerial Regional: formado pelo bispo superintendente regional e os superintendentes distritais, que são ministros supervisores de um determinado número de igrejas no âmbito de um distrito eclesiástico. É o conselho de administração, supervisão, disciplina e nomeações no âmbito da região eclesiástica.

Conselho Regional: formado pelos integrantes do CMR e mais os diretores e coordenadores regionais. Sua missão é de planejamento e execução dos planos de trabalhos aprovados em agenda.